Martha Gabriel: uma das estudiosas de digital (marketing e tecnologia) mais influente no Brasil, foi apontada entre as principais referências e fontes do Social Media brasileiro;

Mulheres no marketing digital

Cada vez mais as mulheres estão dominando o cenário corporativo: hoje elas correspondem a 44% do mercado formal de trabalho no Brasil. E as mulheres no marketing digital fazem parte dessas poderosas estatísticas

Conheça algumas mulheres que fazem diferença nessa área:

Bia Granja: a publisher já foi eleita a 6ª pessoa mais inovadora do mercado de comunicação e marketing no Brasil e é co-fundadora do youPIX, uma plataforma aceleradora de negócios para criadores de conteúdo.

Purna Virji: Gerente Sênior de Engajamento Global da Microsoft, Purna foi apontada pelo Search Engine Journal como uma das 50 melhores mulheres em marketing digital;

Martha Gabriel: uma das estudiosas de digital (marketing e tecnologia) mais influente no Brasil, foi apontada entre as principais referências e fontes do Social Media brasileiro;

Mari Smith: uma das líderes globais em mídia social, foi incluída pelo TopRank em seu ranking das 50 mulheres influentes em Marketing de Conteúdo;

Carol Rocha: uma das mulheres no marketing digital de destaque no Brasil, a Tchulim equilibra os papéis de mãe, publicitária, podcaster e creator em uma série de projetos.

O poder do negócio feminino

Mesmo estando longe de viver em um mundo ideal no que diz respeito à igualdade de gênero, e isso fica bastante claro quando olhamos para determinados pontos e estimativas, basta considerar o âmbito profissional, por exemplo. Quando pensamos que há pouco mais de 50 anos, mulheres casadas precisavam de autorização do marido para trabalhar, a situação que vivemos hoje parece fantástica. Porém, ela também está longe de ser a ideal.

No mercado de trabalho brasileiro, de forma geral, apesar do maior nível de escolaridade e de desempenhar as mesmas funções que os homens, as mulheres ainda recebem salários que podem ser até 50% menores. E se isso, por si só, já é absurdo, vale acrescentar que de acordo com uma projeção feita pelo Fórum Econômico Mundial, só haverá igualdade salarial no Brasil em aproximadamente 100 anos se o progresso atual for mantido.

Porém, apesar desse quadro, de todos os preconceitos e dificuldades que uma mulher enfrenta para avançar com sua carreira, cada vez mais, elas têm assumido posições de destaque no mercado de trabalho. Nesse sentido, um movimento que vem ganhando destaque e bastante força é o empreendedorismo feminino. Uma pesquisa do SEBRAE já mostra, por exemplo, que de 2001 a 2011, o número de mulheres empreendedoras cresceu 21%, enquanto o de homens cresceu apenas 9%. Além do mais, segundo outro estudo, da Serasa Experian, até 2016, 43% de todos os negócios no país já eram comandados por mulheres.

Além de reafirmar a posição da mulher como essencial para a sociedade em todos os seus âmbitos, conhecer sobre o empreendedorismo feminino pode ser o primeiro passo para que mais mulheres se dediquem a essa atividade e transformem não só a sua realidade, mas também a de muitas pessoas a seu redor.

O que é empreendedorismo feminino e qual a sua importância?

Empreendedorismo feminino pode ser considerado como qualquer ação empreendedora que é realizada especialmente por mulheres. Quando falamos de empreendedorismo, muitas vezes limitamos nosso pensamento às grandes empresas e projetos, mas é importante compreender que, principalmente o empreendedorismo feminino, vai muito além disso. Afinal, mais do que apenas ter o próprio negócio e lucrar insanamente com ele, o empreendedorismo feminino empodera, dá mais espaço e visibilidade para tratarmos sobre questões de gênero, impacta positivamente as comunidades e oferece uma nova perspectiva de vida para quem realmente precisa.

Através do empreendedorismo feminino, muitas mulheres encontram uma forma de se sustentar, de ganhar espaço na sociedade, de fazer a diferença em sua família ou comunidade e por isso o movimento é tão importante. Alguns estudos hoje já mostram que as mulheres, quando empreendem, além de buscarem por lucro, fazem isso para terem satisfação pessoal e, principalmente, para que possam trazer algo de bom para o mundo. Além do mais, elas também costumam investir prioritariamente na educação de sua família, o que é essencial para a sociedade como um todo.

Por isso, nossa torcida é ver cada vez mais mulheres assumindo suas profissões e se sentindo realizada com o que escolheram.

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